Teria
pego o livro em minha bolsa, afogado-me em mais uma versão da Bretanha
Arthuriana, sofrendo com a nostalgia, com as fatídicas traições e
mortes, mas não quis.
Somos
nessa barca algumas centenas, que talvez cheguem à milhar, tentando
atravessar uma baía para seguirmos caminhos distintos que se cruzam
apenas agora. Tênues linhas que constituem uma teia maior a tocarem-se
durante alguns minutos.
Agora a
viagem está a terminar, não me lembrarei desses rostos, e o único
registro dessa conexão efêmera será esse espaço no caderninho.
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